segunda-feira, 30 de março de 2009

AOS ANJOS GUARDIÃES E AOS ESPÍRITOS PROTETORES

Todos nós temos um bom Espírito, ligados a nós desde o nascimento, que nos tomou sob a sua proteção, cumpre junto a nós a missão de um pai junto ao filho; a de nos conduzir no caminho do bem e do progresso, através das provas da vida. Ele se sente feliz quando correspondemos á sua solicitude, e sofre quando nos vê sucumbir. Seu nome pouco importa, pois que ele pode não ter nenhum nome conhecido na Terra. Invocamos-lo, então, como nosso Anjo Guardião, o nosso Bom Génio. Podemos mesmo invocá-lo com o nome de um Espírito Superior, pelo qual sintamos uma simpatia especial ou até mesmo um nome criado por nós mesmos.
Além do nosso Anjo Guardião, que é sempre um Espírito Superior, temos os Espíritos protetores, que por serem menos elevados, não são menos bons e generosos. São Espíritos de parentes ou amigos, e algumas vezes de pessoas que nem sequer conhecemos na actual existência. Eles nos ajudam com os seus conselhos, e frequentemente com a sua intervenção nos acontecimentos de nossa vida. Os Espíritos simpáticos são os que se ligam a nós por alguma semelhança de gestos e tendência. podem ser bons ou maus, segundo a natureza das inclinações que os atraem para nós
(Portanto simpático em relação ao caráter de cada pessoa.)
Já os Espíritos Sedutores esforçam -se para nos desviar do caminho do bem, sugerindo-nos maus pensamentos. Aproveitam-se de todas as nossa fraquezas, como de outras tantas portas abertas, que lhes dão acesso á nossa alma. Há os que se agarram a nós como a uma presa, mas afastam-se quando reconhecem a sua importância para lutar contra a nossa vontade.
vivemos sob a influência do mundo espiritual na terra, a terra não é só habitada por seres encarnados mas também por desencarnados que estão a todo instantes nos influenciando para bem ou para o mal o invisível e o real.
Deus nós deu um guia principal e superior em nosso Anjo Guardião, e como guias secundários os nossos espíritos protetores e familiares. É um erro, entretanto, supor que tenhamos forçosamente um mau génio junto á nós, para contrabalançar as boas influências daqueles. os maus Espíritos nos procuram voluntariamente, desde que achem possível dominar-nos, em razão da nossa fraqueza ou da nossa negligência em seguir as inspirações dos bons espíritos, e somos nós, portanto, que os atraímos para nós. Disso resulta que não somos nunca privados da assistência dos Bons espíritos, e que depende de nós o afastamento dos maus. Pelas suas imperfeições, sendo ele mesmo a causa dos sofrimentos que o atingem, o homem é quase sempre o seu próprio mau génio. A prece aos anjos Guardiães e aos Espíritos protetores deve ter por fim solicitar a sua intervenção junto á Deus, pedir lhes a força de que necessitamos para resistir as más sugestões, e a sua assistencia para enfrentarmos as necessidades da vida.

sábado, 28 de março de 2009

MOMENTO DE DORMIR

foto ilustração: http://barunpatro O Sono é o repouso do corpo, mas o Espírito não necessita desse repouso. Enquanto os sentidos entorpecem, a alma se liberta parcialmente da matéria, (ou seja o corpo), gozando das suas faculdades espirituais. O Sono foi dado ao homem para a reparação de suas força orgânicas e das suas forças morais. Enquanto o corpo recupera as energias gastas( no seu dia dia) no estado de vigília, o Espírito vai se retemperar entre os outros Espíritos. É então que ele tira, de tudo o que vê, de tudo que percebe, e dos conselhos que lhe são dados, as ideias que lhe ocorrem depois, em forma de intuições. É o retorno temporário do exilado á sua verdadeira pátria, sua verdadeira morada, a liberdade momentaneamente concedida ao prisioneiro (ou seja o Espírito preso na matéria, corpo) mas acontece, como no caso dos prisioneiros perversos, que o Espírito nem sempre aproveita esse momento de liberdade para procurar instruções para seu adiantamento espiritual. Se conserva maus instintos, em vez de procurar a companhia dos bons Espíritos, busca a dos seus semelhantes, e dirige-se aos lugares em que pode liberar as suas más inclinações. Aquele que se acha compenetrado desta verdade eleva o seu pensamento, no momento em que sente aproximar-se o sono; solicite o conselho dos Bons espíritos e daqueles cuja memória lhe seja cara, a fim de que venham assistir-vos no breve intervalo que lhe é concedido. Se assim fizer, ao acordar se sentirá fortalecido contra o mal, com mais coragem para enfrentar as adversidades do dia dia.
PRECE PARA SEU MOMENTO DE DORMIR:
Minha alma vai encontrar-se por um instante com os outros Espíritos.
Que venham os Bons ajudar-me com seus conselhos.
Meu Anjo Guardião, fazei que ao acordar eu posso conservar uma impressão durável e benéfica desse encontro!

segunda-feira, 23 de março de 2009

ENCARNAÇÃO DOS ESPÍRITOS

-O Espiritismo nos ensina de que maneira se opera a união do Espírito e do corpo na encarnação.





-O Espírito por sua essência espiritual, é um ser indefinido, abstracto, que não pode ter uma ação direta sobre a matéria, sendo -lhe necessário um intermediário; esse intermediário está no envoltório fluidico que faz, de alguma sorte, parte integrante do Espírito, envoltório semi-material, quer dizer, tendo da matéria por sua origem e da espiritualidade por sua natureza etéreo; como toda matéria, ela é haurida no fluido cósmico universal, que sofre, nessa circunstância, uma modificação especial. Esse envoltório, de significado sob o nome de PERISPÍRITO, de um ser abstracto, faz um ser concreto, definido, perceptível pelo pensamento; ele o torna apto para agir sobre a matéria tangível, do mesmo modo que todos os fluidos imponderável, que são, como se sabe, os mais poderosos motores.










-O fluido Perispiritual e, pois, o traço de união entre o Espírito e a matéria. Durante a sua união com o corpo, é o veiculo de seu pensamento, para transmitir o movimento as diferentes partes do organismo que agem sob o impulso de sua vontade, e para repercutir no espírito as sensações produzidas pelos agentes exteriores. Ele tem por fio condutor os nervos, como no telégrafo o fluido elétrico tem por condutor o fio metálico.










-Quando o Espírito deve se encarnar num corpo humano em vias de formação, um laço fluídico, que não é outra coisa senão uma expansão do seu Perispirito, liga-o ao germe para o qual se acha atraído, por uma força inrressistivel, desde o momento de concepção. À medida que o germe se desenvolve, o laço se aperta; sob a influência do principio vital material do germe, o perispirito, que possui certas propriedades da matéria, se une, molécula a molécula, com o corpo que se forma: de onde se pode dizer que o Espírito, por intermédio de seu perispirito, toma de alguma sorte, a raiz nesse germe, como uma planta na terra. Quando o germe está inteiramente desenvolvido, a união é completa, e então, ele nasce para a vida exterior.







-Por um efeito contrário, a essa união do perispirito e da matéria carnal, que se cumpria sob a influência do principio vital do germe, quando esse principio deixa de agir , em consequência da desorganização do corpo, a união que era mantida pelo uma força actuante, cessa quando essa força deixa de agir; então o perispirito se desliga, molécula a molécula, como estava unido, e o Espírito se entrega à sua liberdade. Assim não é a partida do Espírito que causa a morte do corpo, mas a morte do corpo que causa a partida do Espírito.







- Desde o instante que se segue à morte, a integridade do Espírito está inteira; que as suas faculdades adquirem mesmo uma penetração maior, ao passo que o principio de vida está extinto no corpo, é a prova evidente de que o principio vital e o principio espiritual são duas coisas distintas.





-O Espiritismo nos ensina, pelos fatos que nos faculta observar, os fenómenos que acompanham essa separação: algumas vezes, ela é rápida, fácil, doce e insensível; de outra vezes, é lenta, laboriosa, horrivelmente penosa, segundo o estado moral do Espírito, e pode durar meses inteiro.







-Um fenómeno particular, igualmente assinalado pela observação, acompanha sempre a encarnação do espírito. Desde que este é preso pelo laço fluídico que o liga ao germe, a perturbação se apodera dele; essa perturbação cresce à medida que o laço se aperta, e, nos últimos momentos, o Espírito perde toda a consciência de si mesmo, de sorte que ele nunca é testemunha consciente de seu nascimento. No momento em que a criança respira, o Espírito começa a recobrar as suas faculdades, que se desenvolve á medida que se formam e se consolidam os órgãos que devem servir para a sua manisfetação.




-Mas ao mesmo tempo que o Espírito recobra a consciência de si mesmo, ele perde a lembrança de seu passado, sem perder as faculdades, as qualidades e as aptidões adquiridas anteriormente, aptidões que estavam, momentaneamente, estacionadas em seu estado latente e que, em retomando a sua actividade , vão ajuda-lo a fazer mais e melhor do que o fazia precedentemente; ele renasce o que se faz pelo seu trabalho anterior, é, por isso, um novo ponto de partida, um novo degrau a subir. Aqui ainda se manifesta a bondade do criador, porque a lembrança de um passado frequentemente penoso ou humilhante, juntando-se ás amarguras de sua nova existência, poderia perturba-lo ou entrava-lo; ele não se lembra senão daquilo que aprendeu, porque isso lhe é útil, Se alguma vezes, conserva uma vaga intuição dos acontecimentos passados, é como a lembrança de um sonho fugidio. É pois, um homem novo, por ancião que seja o seu Espírito, ele se apoia sobre novos hábitos, com a ajuda dos que adquiriu. Quando ele entra na vida Espiritual, o seu passado se desenrola aos seus olhos, e julga se empregou bem ou mal o seu tempo.
-Não há, pois, solução de continuidade na vida espiritual, apesar do esquecimento do passado; o Espírito é sempre ele, antes, durante a encarnação e depois dela; a encarnação não é senão uma fase especial de sua existência. Esse esquecimento não ocorre mesmo senão durante a vida exterior de relação; durante o sono o espírito em parte desliga dos laços carnais , entregue á liberdade e á vida espiritual, lembra-se; sua vida espiritual não é mais tanto obscurecida pela matéria.
-A encarnação não é, pois, normalmente uma punição para o Espírito, como alguns o pensam, mas uma condição inerente à inferioridade do espírito e um meio de progredir.


quinta-feira, 19 de março de 2009

CÂMERA RECORD INVESTIGA CAUSAS DA SUPERLOTAÇÃO DE CÃES NAS RUAS



Câmera Record investiga as causas da superlotação de cães nas ruas O Câmera Record desta sexta-feira (20/03, 22h45) denuncia: nunca se abandonou e maltratou tanto o ‘maior amigo do homem’. No ano passado, o Instituto de Proteção aos Animais do Brasil, recebia cerca de 600 denúncias de maus tratos a cães por mês na cidade de São Paulo. Hoje são 1.500 chamados todos os meses. Um crescimento de 150%. Metade dos casos envolve vira-latas e 40%, pitbulls. Baseado nesses números, Câmera Record revela o que acontece com estes animais. Quem se dedica a salvar estes cachorros? Quem são os heróis anônimos que estão sempre prontos para resgatar os animais de uma tragédia? Como um dono de pet shop que faz muito mais do que tosar e dar banho: é um guardião dos animais. O programa acompanha este herói na missão de salvar Rex. Sem água, sem comida, todo machucado e com feridas abertas, o dálmata sofre com o descaso dos donos. Câmera Record investiga as causas da superlotação de cães nas ruas. ONGs acusam o Centro de Zoonoses de São Paulo de não querer mais capturar os cães abandonados. Seria por causa da nova Lei, que proíbe o sacrifício dos animais capturados? Há 22 anos, uma publicitária abriga cães antes maltratados, em sua uma mansão, em Ubatuba. Mas, os vizinhos se sentem incomodados e o impasse foi parar na justiça, revoltando as associações de proteção dos animais da região. Uma das razões apontadas para tanto abandono é a falta de paciência dos donos com o mau comportamento dos animais. O programa vai ensinar como lidar com cães que atacam visitas, cachorros ciumentos e possessivos com seus donos e bichinhos que latem demais. Um serviço muito especial de adoção. Câmera Record mostra o lugar onde os cães ficam “hospedados” enquanto aguardam um novo dono. Lá, desfrutam de um box individual, com sistema de aquecimento interno e música ambiente para acalmar.
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